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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Bairro da Liberdade - Matéria e Comentário



História do Bairro da Liberdade - RUA CONDE DE SARZEDAS


Em 1912 os imigrantes japoneses passaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde na parte baixa havia um riacho e uma área de mangue.
Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todas tinha porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho.
Já nessa época começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando assim a “rua dos japoneses”.


Comentário: É importante pra mim compreender melhor a história da cidade de São Paulo, eu que sou curitibano radicado na capital desde 2002 fui bem acolhido e amo esta cidade, por todas as diferenças que uniram todos os povos que aqui tentam dignificar suas vidas. Quem quiser saber da mais é só consultar o link da fonte que muito mais lá. Espero que o mito de que os orientais nao se misturam ou que nao gostam de se misturar com os ocidentais mais do que já fizeram morando no mesmo país seja irradicado com atitudes de ambos os lados.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional