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segunda-feira, 2 de junho de 2008

The Godfather: Part II

Volto a falar de filmes e deixo meus escritos para trás. Motivo? Não cansar quem lê o blog. Estava percebendo ao conversar com as pessoas,, que apenas 10% comentam no blog, talvez porque parece mais do mesmo ler sobre um cara com uma alma fora do seu tempo.
Então falarei de uma de minhas paixões: Cinema
Essa obra-prima, que já li alguns comentarem em sites ser a pior parte da trilogia, é de uma segurança e de uma coragem pouco vista em sequência na minha opinião... mas vamos aos comentários do Site que tirei as fotos e as informações técnicas.
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A saga da família Corleone continua, contada quando Vito Corleone chega à América e quando ela passa para o comando de Michael Corleone. Com Al Pacino, Robert DeNiro, Robert Duvall, Diane Keaton e Talia Shire. Vencedor de 6 Oscars.
Essas informações técnicas são colocadas mais por quem tiver curiosidade mesmo.
Acho que muitos sabem o principal, direção, isso marca tudo que contorna essa película que é estudada como aula de cinema.
Aqui o ponto chave, a continuação da obra era um ponto de urgência mas também de cautela.
E nisso a escolha do elenco a ser continuado foi fundamental. Assim como na primeira filmagem, Al Pacino e Robert Duvall foram importantíssimos.
Porém para retratar o jovem Vito Corleone, eis que surge um De Niro em uma de suas melhores performances, adequando seu talento a forma como Brando havia apresentado o personagem no primeiro filme.
Os melindres da máfia são esmiuçados pouco a pouco. Essa cena marca um diálogo muito bom, fazendo um paralelo do comportamento dos mafiosos com a honra deles próprios e com a que os romanos tinham em sua época.
Duval aqui rouba a cena, mostrando porque é considerado como um expoente em sua geração.
A deterioração de uma família em torno do poder que corrompe. Aqui uma cena entre os dois irmãos. O perdoado cabisbaixo e o que perdoa sabendo que será um perdão passageiro, em noma da matriarca da família.
A serpente da incerteza pode ser vista nesta cena se perceberem bem.. rs
Al Pacino mostra todo seu carisma e talento na seqüência que o projetou.
O cuidado em transformar o Michael Corleone de militar engajado e contrário a Família em um homem compenetrado e defensor dos interesses de seu pai faz dessa Odisséia um marco no cinema contemporâneo.
Sua luta em fazer com que sua mulher continue do seu lado e sua opção por ser cada vez mais denso em seus negócios fazem da trama uma excelente continuação do primeiro sucesso.

Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional