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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Dozeduoito

Uma simples homenagem ao Modernismo brasileiro.

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Dozeduoito

Bulas de comodismo. Esferas sociais. Falta o suor dos teus "ais".
Chega o luar mastigado das notícias.

Alieno um bem menor para viver mais enquanto alienam o bem maior nos novelos fantasiosos; sombra no lago negro da vida.

Joaquim, George, Maneco e córvos na cabeceira. O estudante esquece a palavra seca e responde emocional ao professor. Por ser seco no âmago e rebelde sem Dean.
Vidas amargas sem fim.

Eu, viela na rua maior da existência.
Escasso o sono, descasos despidos quando a cai a máscara. Escassa inocência.

Bulas de comodismo a falar ao telemóvel.
Pouco, nú âmago. Esferas sociais.
Falta o suor dos teus "ais".

Eliéser Baco
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional