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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Meu olhar


Quando as cores se transmudarem em sentimentos e as notas musicais ritmarem meu pulsar pela vida eu saberei que esta vida realmente valeu a pena.

O olhar cansado limpar-se-á nas lágrimas e os joelhos se dobrarão em reverência a dádiva de uma chance.

A primeira meta, amar e ser amado, já caiu por terra; o valor do laço incondicional despediu-se da alma dando lugar a seriedade poética da solidão contempôrânea.

Eliéser Baco
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional