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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Homenagem do sobrinho Eli "Tang"




Amado tio. Sempre faltarão palavras pra demonstrar todo apreço que tenho por ti. És caro a minha estima, muito caro, e todos os conselhos e palavras que a mim direcionaste, ficarão escritas no chão da minha história, como familiares e amigos que fomos. Conhecia muito dos meus erros, muito dos meus defeitos, muito de tudo que permeava minha vida, meus tropeços, minha lutas e recomeços, e não haverá um dia que não olharei pra vida, dádiva do Pai Celeste, sem lembrar de ti, de teu caráter, de tua risada irônica, de teu olhar mais sério, de tuas cobranças para que eu fosse tão honrado ao ponto de merecer trabalhar ao teu lado. Tu, amado tio, é o maior exemplo dessa geração familiar; soubeste chamar-me a atenção, antecipar caminhos tortuosos, olhar-me com carinho, carisma e amizade, e acima de tudo, ser digno de meu respeito, gratidão e amor incondicional. Quantas vezes qui s dividir o fardo contigo, e não pude. Tua humildade e honra, sempre serão dignos de minha saudosa lembrança.
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Escrito por Eliéser Baco em 28 de março de 2009, dias após o falecimento de seu tio.

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Hoje, particularmente sinto falta de nossas conversas. Que meu pranto banhe seu coração onde estiver querido tio.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

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