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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

33 verões

Oficialmente eu nasci de manhã, chorei, estapeei o médico que me chaqualhou e fui para o cólo de minha mãe.

 Oficialmente tenho 33 árvores plantadas, um livro escrito e ainda não publicado, 5 bandas no meu curriculum de vocalista, um divórcio que me fez evoluir, uma coleção de coisas nada "a ver", dois telemóveis e somente um funciona. 

EXTRAOficialmente pouco pode se dizer? Arte é o que se constrói durante um momento de epifania ou a própria grandeza de ainda estar aqui, respirando, lutando, evoluindo?
Sinto-me bem por ainda fazer parte do mundo excluído dos que acreditam na arte. Seja a de estar vivo ou de em momentos derradeiros escrever ou sentir algo poemático, de nada sistemático, de tudo parecido com minha própria essência que dizem é bonita, de perto. -(risos)-.

Agradecer ao Grande Arquiteto do Universo por minhas lutas, as que me machucaram tanto e me rasgaram cem vezes antes de me deixar fatigado de aprender na dor. Na ruína sabemos o que é essencial na vida; por isso, um abraço a todos aqueles que me deixaram entusiasmado por estar vivo, por ser e antes de qualquer coisa nesta empreitada bem elaborada por quem quer que seja, SER, ainda que doa, ainda que necessário seja permanacer excluído do ritmo da maioria.
E a honra do agir espero que seja predominância quando lembrarem de mim todos os que por devida importância possam ter passado por minha vida, de 33 verões, oficialmente.

Não sou o supra-sumo da gostosura, é, eu tenho consciência. (risos)

Não sou nada daquilo que a maioria busca, e sinto-me encantado por isso. No ritmo dos meus verões, está o passo futuro, a liberdade de ser quem eu sou, independente do olhar alienado alheio.

Obrigado por fazerem me sentir amado e bem quisto, todos aqueles que neste texto conseguirem se encontrar e se ver, de alguma forma.

02 de fevereiro de 2011 - meu aniversãrio de 33 anos.
Fraternidade, igualdade, liberdade; honra, gratidão, sabedoria; saúde, paz e harmonia. - a todos nós.-

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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional