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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Uma saudade


Muito difícil compreender-me.
Assim do jeito que se foi, o quanto dói
Riu para mim ao recordar de algo?
Indo pra casa o telefone está mudo.
Agora é tarde agora esse segundo?
Névoa do passado cai sobre mim
Enquanto eu reverbero seu nome...

Sêmen – Primeira Parte – Cap. VII

Fim do primeiro Arco de 7 capítulos de Sêmen.
Inicialmente terão 7 arcos, mas, ainda precisaremos definir e talvez redefinir algo Fabiano de Queiroz e este que vos e escreve.

Ainda estamos a procura da tal senhorita, ou tais, que queiram e possam e tenham capacidade de afunilar idéias para dar a sensibilidade feminina em alguns textos.

Trecho de cada texto do Capítulo 7 (Parte 1) abaixo.
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ILUSÃO COMPARTILHADA
VII
Partimos nós, em intensidade, rumo aos mais distantes pensamentos sobre o que nos faz humanos, sobre os processos cognitivos e as faculdades mentais, essas que elaboram atrocidades, desvarios e desmandos. Humanos somos, e por isso, selvagens mais que tudo,(...) - Fabiano de Queiroz
Caríssimo, embora discordemos opiniões, manifestamos continuado diálogo. De ilusão sempre fomos cercados. Da brusca caminhada em direção aos pólos, aos ares, às pernas de uma Srta de rústicos desejos; o que se compreende por fraternidade não existe de fato, somente a meu ver, e em parte, (...) - Eliéser Baco
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Machado de Assis

QUANDO ELA FALA
Machado de Assis


Quando ela fala, parece
Que a voz da brisa se cala;
Talvez um anjo emudece
Quando ela fala.

Meu coração dolorido
As suas mágoas exala,
E volta ao gozo perdido
Quando ela fala.

Pudeste* eu eternamente,
Ao lado dela, escutá-la,
Ouvir sua alma inocente
Quando ela fala.

Minha alma, já semimorta,
Conseguira ao céu alçá-la
Porque o céu abre uma porta
Quando ela fala.

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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional