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domingo, 31 de julho de 2011

Winter Largo


Preciso a cada ciclo passear de novo por tuas ruas. 
Por tuas praças, recordar dos amigos,
recordar o que é saudade contemporânea presa no peito antigo.
               
Árvores das minhas sementes, estalos de passos no meu presente, 
querendo voltar aos degraus que acompanhei o perfume gesticular, descer, mirar-me sem pressa... aqueles olhos das Noites de Lyon, safira.


                Repousam tuas mãos noutro molde, noutra escultura. 
Anjo meu, avistei o vazio esperando teu tormento interior enquanto não me via. 
Tempestade única, teu abraço. Que dirá o mais do gosto que não se despede...

Escrito após ouvir adágio de Vivaldi - by Eliéser Baco 
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional