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domingo, 4 de setembro de 2011

Incógnita



Uma hora e 23 minutos. Nossa conversa durou isso.
Como fiquei chateado quando saiu pela porta da sala às nove horas e 7 minutos do último dia daquele mês.

Nem um até breve. Uma noite sem igual, cada qual sente como.. não sei mais.
Eu parecia o que? Poeta? Um dominador sexual em causa própria?
Fiquei a pensar sobre o que transmiti e o que sou perante teus olhos castos.


Um adágio serviria para me elucidar dos dias sem notícias tuas. E não elucida.
Nada elucida este querer, ter o abraço de alguém que não dá pistas.
Daria?.. não sei mais.



 Um poema escuso, um conto sensual, com o zelo que me detém aqui, na espera de tuas mãos castas. 


Merecerias flautas soando com pianos quando recordasse de nós. Isso é bom? Esperar na arte por teus pés castos a envolver minha cintura? 
 


Casta.
Alguém deveria te avisar,
Sobre tudo que envolve a palavra,
Todas as incógnitas que devem ser desfeitas. Não somos óbvios.
Alguém deveria te avisar da minha espera. 
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional