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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Volvogrado - By E.B.

           É do olhar humilde que se lança a esperança perante todo teu esplendor, criatura renascida. 
Do longo choro daquela batalha foi consumido mais que sonhos juvenis, bençãos maternas, zelo das árvores de tua história. 

Ressoou tão nobremente tua vontade de se reerguer com novo nome, novas vestes, novos olhares do teu aprendizado daquele ciclo fatídico que derramou mais de um milhão de vidas.  

Teu rio Volga, lágrima do Mar Cáspio, foi o berço que embalou orações acalentadas pelo respirar dos que sobraram. Um dia ainda fitarei teu céu musical - Eliéser Baco.


Tem cerca de 1,3 milhões de habitantes. Fundada em 1589 com a designação de Tsarítsin, por ter se originado de uma fortaleza às margens do rio Tsaritsa. Em 1925 passou a se chamar Stalingrado, por decisão do XIV Congresso do Partido Comunista da União Soviética, para homenagear o então secretário-geral do partido, Josef Stalin, por ter derrotado nesta cidade, em 1920, à frente das tropas do Exército Vermelho, o general Anton Ivanovitch Denikin, comandante do Exército Branco.
Em fevereiro de 1956, após o processo de desestalinização posto em prática no governo de Nikita Khruschov, passou a se chamar Volgogrado, por decisão do XX Congresso do Partido Comunista da URSS.
A batalha de Stalingrado teve lugar nesta cidade no inverno de 1942, com êxito do exército soviético sobre as tropas alemãs nazistas, desgastadas pelo inverno rigoroso típico da região. (fonte: Wikipedia)
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional