© - Copyright - ©

Copyright - © As fotos e os textos de Eliéser Baco aqui publicados têm Todos os Direitos Reservados pela Lei 9610/98- ©

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Origens parte 7 de 7

ILUSÃO COMPARTILHADA
VII
            Partimos nós, em intensidade, rumo aos mais distantes pensamentos sobre o que nos faz humanos, sobre os processos cognitivos e as faculdades mentais, essas que elaboram atrocidades, desvarios e desmandos. Humanos somos, e por isso, selvagens mais que tudo, pois, a consciência nos permite elevar a níveis inimagináveis o pior do homem. Nossa indisfarçável incompetência em dividir o mesmo espaço sequer nos permite criar uma verdadeira unidade, pois que nossas diferenças nos oprimem e separam. Toda união total é mera ilusão. Será pessimismo? Venerável, não há espaço para todos, e os conflitos são intermináveis. Se há saída para o círculo vicioso, mostre-nos, como Venerável Líder de um povo desencontrado.

Por Fabiano Queiroz.

            Caríssimo, embora discordemos opiniões, manifestamos continuado diálogo. De ilusão sempre fomos cercados. Da brusca caminhada em direção aos pólos, aos ares, às pernas de uma Srta de rústicos desejos; o que se compreende por fraternidade não existe de fato, somente a meu ver, e em parte, naquela união de homens com seus esquadros e templos. Se não compreendemos nosso vizinho, na mesa da taverna, compreenderemos o que não entende nosso dialeto? Ou o estrangeiro, que costura sua vida na esperança, e é escravo em nossas terras? Navegue até aqui, repartirei o néctar sagrado, abrirei suas opiniões nas antigas vinhas, zelarei por sua história sem fé cega, em tempestades necessárias.
Por Eliéser Baco

Ocorreu um erro neste gadget

Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional