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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Antonia, a amada imortal de Beethoven

Uma carta de 1812 endereçada "á minha amada imortal", não deixa dúvidas. Ao menos por alguns meses, ele, que nunca se casou, viveu um tórrido caso de amor. Mas com quem? O filme Minha Amada Imortal faz piruetas psicanalíticas para apontar Johanna, a cunhada de Beethoven, casada com seu irmão Karl, como a amada imortal. E faz isso ao sinalizar que Karl, o querido sobrinho do compositor, era na verdade seu filho - tudo ficção.


O pesquisador norte-americano Maynard Solomon, em seu livro Beethoven, Vida e Obra, fez um levantamento de todas as mulheres que estiveram "próximas" do compositor no período da carta. Baseou-se até em registros policiais da época para estabelecer que somente Antonia Brentano poderia estar no quarto de hotel de Praga, aguardando a visita secreta do compositor, no início de julho de 1812. E assim resolveu um enigma que alimentou centenas de páginas de especulações nos dois últimos séculos. Solomon atesta com 99% de certeza documental que a "amada imortal" é mesmo Antonia, esposa de Franz Brentano, rico comerciante de Frankfurt, 15 anos mais velho do que ela. O casal era amigo do compositor.

Fonte: Grandes compositores da música clássica - Abril Coleções.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional