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domingo, 11 de novembro de 2012

Elvis Presley - Wooden Heart

Recordo muito de vários aspectos da minha infância, ouvia muitas músicas e de diferentes estilos. Recordo-me que eu tinha provalmente quatro anos quando meu pai entrou em casa com um álbum de Elvis. Morávamos em Curitiba, minha cidade natal, os vinis eram emprestado e o álbum duplo chamava-se Elvis 40 Greatest Hits (1975). Ele tinha emprestado para fazer uma seleção das músicas e gravar algumas em fitas cassetes. Lembro-me que as fitas eram pretas com detalhes em laranjado e eram da marca Basf. Uma música fez-me ir em direção a sala uma vez mais. Melodia graciosa e canto sutil, uma composição que me marcou instantaneamente. Wooden Heart, canção do filme GI Blues, que Elvis interpreta um militar. Continuo adorando a música e deixarei abaixo duas versões delas, uma da cena do filme.

Áudio com uma versão ao vivo de Elvis, durante a gravação original.


Cena do Filme GI Blues.




Wooden Heart (Coração de madeira)- tradução.

Você não vê
Que eu te amo?
Por favor, não parta o meu coração em dois
Isso não é difícil de fazer
Porque eu não tenho um coração de madeira
E se você dizer adeus
Então eu sei que vou chorar
Talvez eu vá morrer
Porque eu não tenho um coração de madeira
Não há restrições nesse meu amor
E sempre foi você, desde o começo
Trate-me amavelmente
Trate-me bem
Trate-me como você acha que deve
Porque eu não sou feito de madeira
E não tenho um coração de madeira

Devo eu então, devo eu então
sair da cidadezinha
sair da cidadezinha
E você, minha querida, fica aqui?

Não há restrições nesse meu amor
E sempre foi você, desde o começo
Trate-me bem
Trate-me bem
Trate-me como você deve
Como você deve
Porque eu não tenho um coração de madeira
.............
caso queira a letra em inglês é só clicar aqui.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional