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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mantra

Veio da beira do caminho em direção ao canto da boca, trazida pelo vento verdadeiro que me tirou do despenhadeiro.

Como um ciclo de movimentos da vida em direção aos meus olhos e mãos. Adentrou do canto da boca ao núcleo do melhor esperar.

E repito e sigo e repito e sigo e repito... e sigo, com a honra nas mãos e a beira da alma repleta de esperança, meu mantra.  

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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional