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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mar Escondido

Escondido onde finda a leitura. E não havendo quem pedisse a palavra escrevi mais e cantei onde se escondem os piores risos.

Defronte o último olhar da noite caro amigo. Constituo-me agora de razão amadeirada com cheiro de vinícula e olhar de orvalho.

Escondido onde finda teu abraço. E não pretendo querer unanimidade.

Apóstolos, secretários, dias do mês: sumam.

Declaro definitivamente que escondo-me onde finda a leitura, onde ouvirei alguns risos de descaso, perto da meia-noite, erguerei-me em fortaleza perante mim mesmo, abraçarei uma imagem translúcida se preciso, mas, não procurarei unanimidade.

Escrever é somente tecer o que no âmago tem força de mar.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional