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Copyright - © As fotos e os textos de Eliéser Baco aqui publicados têm Todos os Direitos Reservados pela Lei 9610/98- ©

terça-feira, 30 de julho de 2013

Todos os direitos reservados

Quando você vê o termo Copyright, ou o símbolo © em uma página na Internet ou em material impresso, isso significa “todos os direitos reservados”. Na prática, denota que não podemos usar, adaptar ou redistribuir estes materiais sem a expressa autorização do autor. 


Há informações em abundância que podemos acessar na Internet, porém na maioria dos casos temos limitações quanto a como podemos utilizar esses materiais legalmente, ou seja, existem restrições. O desafio está em parte nas leis que regulamentam direitos do autor. Imagens, vídeos, sons e páginas que estão acessíveis na Internet são na maioria das vezes protegidas por direito autoral. Em inglês isso é conhecido como copyright e pode ser identificado com o símbolo ©. Isto significa que pode não ser legal baixar, usar ou distribuir ou adaptar tudo o que achamos na Internet, mesmo que seja uma prática fácil e comum nas escolas, em casa ou em lan house. No Brasil o que ocorre é que o autor detém automaticamente os direitos autorais completos sobre suas criações assim que estas são criadas.

Tais direitos podem ser divididos em duas partes: direitos morais e patrimoniais. No Brasil os direitos autorais patrimoniais são direitos disponíveis – ou seja podem ser transmitidos a terceiros total ou parcialmente. Já os direitos morais do autor não podem ser desconstituídos ou transferidos a terceiros. O conceito e possibilidade das “licenças” só são plausíveis com o reconhecimento e a garantia do direito autoral no contexto destas leis.
Sob as leis de direitos autorais cada autor é detentor dos direitos morais e patrimoniais sobre as obras que criou. Isso deixa de ser verdade a partir do momento que o autor cede seus direitos, por exemplo: caso o autor ceda os direitos para uma empresa. Mas mesmo no caso das licenças, o autor não “perde” seus direitos. Ele(a) só “empresta” seus direitos por certo tempo. Em ambos os casos, entretanto, o direito autoral continua nas mãos do autor.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Leon Chivalry e seus fragmentos - 001




"É um resíduo acachapante esse que vaga ao longe. Já disseram dele: um poema. Hoje, rodopia por vezes palavras ocas de um som bom que nada dizem sem um fado por perto. Olhos marejados, quase sempre. Digam dele: verso livre." - Leon Chivalry, personagem de Eliéser Baco.



"Que bendita oportunidade alguns tem para me difamar, caminhos que me cercam! Ela teria alguma dúvida sobre o que vive e sente comigo? Ah sim, deve ter ela assim como eu tenho dúvidas sobre caracteres que percebemos perambulando pelas páginas de alguns livros, dúvida sobre as pessoas que empossamos para nos governar. Mas, veja, ora, vamos, veja bem, perceba como fico ao mencionar, só de mencionar o que vivo com ela! Então me diga, sombra que agora me interpela na estrada, diga, como não querer passar as próximas vinte vidas com ela?" - Leon Chivalry, personagem de Eliéser Baco


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Texto e foto: Eliéser Baco. - (Todos os direitos reservados pela Lei 9610/98-Copyright)

terça-feira, 2 de julho de 2013

Beady eye - Flick of the finger & Start Anew & Don't Brother Me


Flick of the finger
"... Vamos lá, nós decidimos se queremos ser parte do plano
Isso nos manda voando e não tem lugar para pousar
Está aqui, não importa se todos os ingressos foram vendidos
E que todas as velhas histórias tenham sido contadas
Eu sei que você dirá que ouve cada palavra que eu digo
Mas o futuro é escrito hoje; O futuro é escrito hoje."
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Start Anew
"Me ajude a entender
Ou me aceite como eu sou
Eu vou mudar meu ponto de vista
Qualquer coisa por você

Temos o mundo inteiro em nossas mãos
Vamos nos arriscar
Começar de novo

Querida, você não consegue ver?
Algo profundo dentro de mim
Eu vou te fazer mudar de ideia
Diga que você vai ser minha"
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Don't Brother Me
"De manhã eu tenho chamado
e espero que você entenda,
tudo ou nada, vou continuar a empurrar,
vamos agora dar uma chance a paz..."
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional