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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Leon Chivalry e seus fragmentos - 001




"É um resíduo acachapante esse que vaga ao longe. Já disseram dele: um poema. Hoje, rodopia por vezes palavras ocas de um som bom que nada dizem sem um fado por perto. Olhos marejados, quase sempre. Digam dele: verso livre." - Leon Chivalry, personagem de Eliéser Baco.



"Que bendita oportunidade alguns tem para me difamar, caminhos que me cercam! Ela teria alguma dúvida sobre o que vive e sente comigo? Ah sim, deve ter ela assim como eu tenho dúvidas sobre caracteres que percebemos perambulando pelas páginas de alguns livros, dúvida sobre as pessoas que empossamos para nos governar. Mas, veja, ora, vamos, veja bem, perceba como fico ao mencionar, só de mencionar o que vivo com ela! Então me diga, sombra que agora me interpela na estrada, diga, como não querer passar as próximas vinte vidas com ela?" - Leon Chivalry, personagem de Eliéser Baco


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Texto e foto: Eliéser Baco. - (Todos os direitos reservados pela Lei 9610/98-Copyright)
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional