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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Abriram, sim.


E pularei sem medo. Dá um frio minguado.
Cantarolado. E valsarei o enredo. O carimbo sem mim.
A data sem fim. Controlarei meu tempo descarregado.
Uma frase mais longa pode parecer notícia boa ou o resquício
de algo remendado. Com cheiro de jasmim.
A cadeira vaga a rir sem o arroubo manifestado outrora.
É passado. É noite. É o futuro a sorrir desenjaulado, sim.
E o que passa na mente é o poema crescente num frasco guardado, tal nanquim.

Para sorrir com tinta que nunca ninguém percebeu tão viva, aquela respiração em rimas nos passos desengavetados.


(Texto e Foto: Eliéser Baco)


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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

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