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domingo, 10 de novembro de 2013

Baú de palha

Notadamente me esperam. Angustiando as sementes do que proliferam.
Sim, ajuizados em cima da desordem. A morte sem nome, a ficção, o estilo, a da teoria, introdução.

Tudo morno e desaguado no bem querer aguardado.
A teoria da inspiração, a sociedade da nomeação, A identidade de um estilo e sua responsabilidade, e ritmo, em morte e vida, e caixa torácica ardida,
em dedos segurados por uma caneta que pede que se escreva o rastro de mais uma estória, quase esquecida.  Sem eles em casa, os livros, como seria?
Findaria?
Noto, arrumados por eles próprios, na maneira como conversaram,
se resolveram nas páginas próprias e misturadas, se atreveram a me impulsionar a cada linha, a cada vulto de minuto por vir, a cada gota de tempo e alma.


(Texto e foto: Eliéser Baco.)



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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

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