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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Malavita - A Família - The Family

Com direção de Luc Besson, roteiro dele próprio com Michael Caleo, A Família, é um bom filme baseado no livro Badfellas, de Tonino Benacquista (published by Penguin USA).

Como atores principais, Robert de Niro, Michelle Pfeiffer, Tommy Lee Jones, Dianna Agron e John D'leo; Produção executiva de Martin Scorcese.

Estava com saudade de ver algo novo de De Niro. Um dos expoentes de sua geração, consegue em poucos segundos de interpretação encantar quem gosta desta nobre arte.

A estória mira a transição de uma cidade a outra na França, de uma família norte-americana protegida pelo FBI, por ter seu patriarca, Giovanni Manzoni (De Niro), delatado seus companheiros mafiosos. Já li em alguns sites brasileiros que o filme foi considerado comédia. O início principalmente tem perfis mais de comédia, por assim dizer, em momentos interessantes dos jovens atores mostrando suas garras mafiosas no colégio e outros diálogos irônicos.  

Os primeiros 22 minutos são legais para nos aproximarmos do que os acomete de fato, que é passar de um estágio a outro da vida e não se perturbar demasiadamente com isso; não há tempo nem foco para descermos degraus psicológicos perante o impacto profundo da situação familiar.

É um bom filme para quem quer apreciar Robert De Niro novamente encarnar um papel de gângster que tanto lhe trouxe na carreira. Dianna Agron e  John D'leo, que fazem os papéis dos filhos adolescentes de De Niro e Michelle Pfeiffer, vão muito bem, convencem.

É um bom filme, indico sim! Uma pena não ter assistido antes.
Uma das canções mais bacanas do filme é The Greatest, performed by Cat Power.




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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional