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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Génesis

Reencontremos as águas primordiais de nosso caminho. A luz de nossa estrada é amparada pelo firmamento. Os dias são caóticos. Iniciam-se as novas vinte e quatro horas do dia como se não tivessem se extinguido na noite anterior. A pressa domina, a quantidade de informação e afazeres aprisiona; ainda assim, precisamos ser semente, fruto e relva na partitura composta por tantos, a nos desafiar. Separemos a escuridão nas atitudes e deixemos para trás o discurso decorado. Muitos vivem das frases prontas feitas há tanto tempo e nem um pouco vividas. A comodidade e a conveniência impedem-nos de seguirmos o que acreditamos?

 Sejamos luzeiros nas noites mais soturnas e necessitadas de lampejos bons. Não somente para ou por nós,
para os que mais confiam em nossas palavras e ações.  O mar da vida é grandioso e com inúmeras possibilidades, sejamos as próprias criaturas nascidas de nossos melhores sonhos; confiemos que podemos ser as belas aves a multiplicar o verdadeiro sentido do respirar. O início é sempre o motivo mais difícil e consternador. A derrota não é perder, é se deixar amansar pela ruptura que há em nós entre o verdadeiro bem e o que convém na contemporânea sociedade. Vivamos a moral e a ética, antes que só constatemos isso em livros por demais antigos, inteligíveis ao nosso possível debilitado, diminuto, insignificante coração. Existe o que pode ser feito hoje e o que queremos deixar descansar no leito do descaso.  
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(fotos e texto: Eliéser Baco) 

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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional