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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Manhã nova, reascender

Um Grande Poeta, Arquiteto do Universo, estaciona seu olhar na magnitude de sua criação. Olhos apreensivos em torno de cada um que pôde tocar com as palavras certas no palpitar morno, por vezes arrefecido, de tanto o cotidiano nos tirar de nosso melhor.

O que buscamos é intuitivamente o melhor realmente, para nos safarmos das armadilhas da alienação?

Talvez, em suma, toda a dificuldade do ser humano se dê pelo fato de encarar tudo da maneira que os meios de publicidade querem que encaremos. Parece tão nítido o céu lá fora, e não é, para muitos. Note esses galhos dificultando a passagem da luz. Dão uma sensação boa de sombra e quietude, dentro da máscara eterna que é a megalópole.
Respirar o bem e agir na correção moral parece lenda nos dias contemporâneos...
 Talvez toda nossa ruína se edifique por esquecermos, ainda que momentaneamente, como fazermos para deixar a verdadeira luminosidade entrar.
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional