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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Desnorteio Cinza

Sou radar sem antena,
calculo distância e posição de obstáculos.
Detecto, contraio músculos e pronuncio colericamente tempestade
em desregramento de proceder.
De nada cimentado em timbre meigo ramalhado de chifres.
Voz própria que ecoa nos espelhos alheios e tendências.
Nem machismos nem silogismos. Tampouco verso. Salto edifícios de ilusões.
Som e ritmo no olhar bestial.
Sou radar sem antena e criador sem gráficos, nem tinta torpe em promessas vãs tampouco sêmen precoce.
Um vértice cinza em forma de ventania a olhar de lado e firme cada bem querer ao meu reduto. Esse sou.
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Foto e texto: Eliéser Baco.-
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional