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terça-feira, 10 de junho de 2014

Primeira cantiga




Daqueles olhos antigos, caiu o tempo sobrecarregando cílios.
As frases longas de ... ficaram para trás.
Ossos encarcerando órgãos no ritmo do andar andarilho.
Vultos em febre arcaica de tão humilde.
E somente as mãos a tentar desfazer-se em boas palavras.
Desprender-se dos murmúrios tolos em dignos dizeres.
Desenraizar-se de si para alcançar nos olhos da pessoa o tudo almejado desde os olhos puros ainda moços ainda bons ainda humanos.

Ossos encarcerados no ritmo do andar sobrecarregados cílios.
Daqueles molhos antigos, veio febre arcaica por uns dizeres.
E somente as mãos a tentar abraçar da pessoa o tudo almejado desde boas palavras.
Desprender-se do que ficou para trás em murmúrios vultos caídos olhos.
Desenraizar-se em frases a querer alcançar e tragar e enredar e aromatizar àquela pessoa de sentir almejado e antigo tal poema andarilho de tão bom que pudesse ter vivido ainda puro ainda moço ainda humano ainda pontuado.
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Texto, fotos e edição de imagem: Eliéser Baco

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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional