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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Balcã, o romeno

Nomes e nomenclaturas,
o silencioso olhar de quem lembra, é nuvem densa e cinzenta, mormaço de baixa altitude e contornos quase definidos.

Que move alheios braços facilmente ao perceber a precipitação em memória, como chuva ligeira nos diversos ambientes. As companhias, poeticidade reluzente a assoviar presságios, costumes dos rememorados, aproxima linguagem do tato, nostalgia embebida de palavras tal qual proteção...

Da forma como falam, andam, tropeçam, escrevem; respira, quem lembra, a vergonha de apreciar, possivelmente sem ser apreciado. É no soneto distante que rema, no Tejo imaginário e feroz que se evade em águas, que nasce entre horários e ponteiros. Quer entregar algo ou alguém tal conflito?

Reescreva-se, então, em desafios, alinhavando-se nos sobrepassos reduzidos, de textos confusos, fios, seu olhar anavalhado, sem concordância, em término abrupto em funil.

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Texto e Foto: Eliéser Baco (Copyright)
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional