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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Cartas no Labirinto - Trechos - Parte 3

 
O lodo do mundo faz compreender que lodo podemos ser, se assim a vontade. 

Mas, portanto, seja lá quem for, leia com o sabor do sangue na boca, 
ainda que sangue de inocentes ou de delinquentes. Quero apenas saciar a vontade 
lúcida dos mortos, se assim estiverem, e a preocupação dos vivos. 

As sentenças da vida, discordâncias, taras, vontades, sempre
pulsarão, correrão no leito incrementado de vilania. Todos têm esse animal rastejando 
ao peito, hora ou outra ele, o bruto ser que em nós mora nos condena uma atitude
ridícula e diferente do que a chamada sociedade vê como sensatez, justiça
e calmaria. O que ofereço está oferecido, e espero uma resposta para 
continuarmos o evento. 
enviarei a continuação do capítulo para que possa satisfazer curiosidade. 

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Texto de Eliéser Baco, do livro vindouro, Cartas no Labirinto, a ser lançado em breve pela Editora Pasavento.
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Foto e edição: Eliéser Baco
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

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