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sábado, 31 de janeiro de 2015

Os rastros e as pequenas marcas.



Eu era.
Li tanto a respeito do que fui.
Imaginei tantas melodias a respeito de minha maneira de agir.
Época de promessas ao que queria dos tropeços.
Sinais do que poderia ter escrito aos minutos que já se foram.
Eu era.
Risonho, tristonho, medonho, era sonho e sentimento.

Basta. O que almejo parece estar fora daqui, desses dias, desses...
Acostumei-me a pensar de mim.
Custa me encontrar no horário e devaneios exatos do que queríamos?
Olha, ... não me enxerga entre luzes maravilhosas que existem lá, adiante.
                                                                             [ Sou a parede em rusgas.

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Foto e texto: Eliéser Baco (Todos os Direitos Reservados - Lei 9610-98)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

domingo, 25 de janeiro de 2015

Another Chance - Bejapy


Grandes momentos da humanidade em gestos simples e marcantes!

Beady Eye - Live Session on Absolute Radio on 26 November 2013


All the time - The Strokes

No one talks, about the war
On my block, or by the shore
All alone in a room


 - The Strokes, All the time.

I sat by the ocean - Queens of the Stone Age

End to the night, left with nowhere to hide
Closer and closer
We’re crashing ships in the night -


I sat by the ocean - Queens of the Stone Age

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Começou! Pré-venda de Cartas no Labirinto.



Ontem foi iniciada a pré-venda do meu primeiro romance, Cartas no Labirinto.
Irá até o dia 13/01.

O livro, ao meu ver, resumidamente, trata da amizade, da força positiva e negativa que ela pode desencadear. São poetas e escritores, amigos uns dos outros e talvez inimigos de si mesmos. É uma busca por um escritor de peças de teatro perdido em seus caminhos e, o esquecimento deste por parte de seus entes mais próximos, ou seriam "amigos"?

Maior informações  www.pasavento.com.br
Em breve, no site da Livraria Cultura.
Alguns trechos do livro estão em posts anteriores a este, aqui no blog.
 
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional