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sábado, 31 de janeiro de 2015

Os rastros e as pequenas marcas.



Eu era.
Li tanto a respeito do que fui.
Imaginei tantas melodias a respeito de minha maneira de agir.
Época de promessas ao que queria dos tropeços.
Sinais do que poderia ter escrito aos minutos que já se foram.
Eu era.
Risonho, tristonho, medonho, era sonho e sentimento.

Basta. O que almejo parece estar fora daqui, desses dias, desses...
Acostumei-me a pensar de mim.
Custa me encontrar no horário e devaneios exatos do que queríamos?
Olha, ... não me enxerga entre luzes maravilhosas que existem lá, adiante.
                                                                             [ Sou a parede em rusgas.

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Foto e texto: Eliéser Baco (Todos os Direitos Reservados - Lei 9610-98)
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional