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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Olá, bom dia, porvir.


Saudade de todas emoções que terei, de todas as canções que comporei, 
de todos os dias de olhos marejados que me abração, pois a arte é aceita no meu coração (este, ás vezes, incompreendido).


Saudade de todos os burburinhos inteligentes que estarão ao meu redor, de todos os textos que escreverei, de todos os dias e noites que virão, pois,  nada disso envolverá mais que o amor que receberei e retribuirei no retorno do tempo ao cálice da minha história.

Texto e foto: Eliéser Baco
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

Eliéser Baco - direitos reservados na Biblioteca Nacional