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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Fragmento de François

Meu nome é François. Acabei de nascer.
No abrupto encontro entre linha vermelha, amarela, verde e tão blue..., entrelinhas ruído sem rima e o acaso do vão deste bruto vagão.
Estarão todos zumbizados na tecnologia harmoniosa? Acontece que acabei de nascer e nada mais importa...

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Texto e foto: Eliéser Baco
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Bebedouro

"Ainda não consigo ter pena quando o mal encontra em nós, bebedores de sangue, o dia da desforra. Ainda não consigo perdoar aquilo que eu nunca faria para outra pessoa com tanta frieza, dissimulação e carisma nos olhos. Está aí prontamente a distinção de parte do que fui feito nas décadas, da maré que me fez derrubar o sangue alheio na minha realidade. Sombrias formas de olhar caminhos cruzados, ácido que sai nas linhas e na voz quando o cansaço encontra a raiz para a paz momentânea, e os nossos ossos só querem ferir, proteger os nossos e ferir quem atinge ideais, história sã e a nossa verdade. Nossa realidade por vezes má, confesso"

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